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Presidentes do Mercosul emitem nota sobre Venezuela e Nicarágua

Crédito/fonte: Agência Brasil / Agência de Notícias - Data: 19 de junho de 2018


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Os presidentes dos países do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) emitiram nesta segunda-feira (18) duas resoluções nas quais expressaram preocupação com a situação política e social da Nicarágua e da Venezuela e pediram que sejam encontradas soluções para suas populações.

As resoluções foram lidas pelo presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, que assumiu o comando do Mercosul em substituição ao presidente do Paraguai, Horacio Cartes. A presidência do Mercosul é temporária e dura seis meses, obedecendo ao sistema de rodízio estabelecido pelo bloco.

Na primeira resolução, o Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai e com Bolívia em processo de adesão, condena "todo tipo de violência" na Nicarágua e pediu que seja "retomado o diálogo" para "estabelecer uma solução pacífica para a grave crise".

Além disso, a resolução apela às autoridades que "respeitem a institucionalidade democrática e garantam o direito da população a se manifestar".

Crises

Desde abril, a Nicarágua vive a crise política mais violenta desde os anos 1980. Até o momento, já foram registradas cerca de 200 mortes. Os manifestantes saem às ruas contra o presidente Daniel Ortega, que está no poder há 11 anos, e a reforma da Previdência Social.

Na Venezuela, a crise política e econômica gera uma série de efeitos. Os presidentes das nações que integram o bloco demonstraram preocupação com o "aumento do fluxo migratório de venezuelanos", que obriga os países da região a "coordenarem esforços para dar respostas integrais em matéria migratória e de asilo".

Paralelamente, apelaram para que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, faça uma "coordenação com a comunidade internacional" para encontrar uma solução para a crise no país. "[O Mercosul reiterou] sua vontade e seus compromissos de apoiar o povo irmão venezuelano nos esforços que reivindica."

Desde 2017, o Mercosul suspendeu a Venezuela do bloco por uma "ruptura da ordem democrática".





Iván Duque é eleito presidente da Colômbia

Crédito/fonte: Monica Yanakiew / Agência Brasil de Notícias - Data: 18 de junho de 2018


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O ex-senador Iván Duque, candidato da direita, foi eleito presidente da Colômbia neste domingo (17), derrotando seu rival, o ex-guerrilheiro do M-19 e ex-prefeito de Bogotá, Gustavo Petro. Com 99,67% dos votos apurados, Duque, candidato do partido Centro Democrático, conquistou 53,95% dos votos e Petro, 41,83%.

Essa foi a primeira eleição desde a assinatura do acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), em 2016, que colocou fim a meio século de guerra entre o governo e a maior guerrilha do país. Sete mil rebeldes aceitaram depor as armas em troca de anistia e do direito de formar um partido político, com oito assentos garantidos no novo Parlamento.

Durante a campanha, Duque prometeu “rever o acordo”, negociado pelo atual presidente Juan Manuel Santos, que ganhou o prêmio Nobel da Paz. Seu padrinho político, o ex-presidente Álvaro Uribe, foi um dos maiores críticos do documento, por considerar que tinha sido demasiado generoso com os ex-guerrilheiros.

Já Petro defende o acordo. Antes de ser político, ele foi guerrilheiro do M-19, que depôs as armas em 1990 e formou um partido.

Os dois candidatos defendiam posições econômicas diferentes. Duque pretende reduzir os impostos para as empresas com o intuito de incentivar a produção e atrair capital privado. Petro estava mais preocupado com a dependência da economia colombiana do petróleo.

Uribismo

Para muitos colombianos, a vitória de Duque representa o retorno ao Uribismo. Durante seus oito anos na presidência, Álvaro Uribe combateu as Farc e o Exército de Libertação Nacional (ELN), a segunda maior guerrilha do país. Muitos colombianos consideram que a política linha dura enfraqueceu os guerrilheiros – motivo pelo qual acabaram aceitando negociar um acordo de paz. Mas o governo de Uribe também é associado a sérias violações de direitos humanos, cometidas pelas forcas de segurança e grupos paramilitares.

Santos foi ministro de Defesa de Uribe, antes de ser eleito presidente em 2010. Uribe, entretanto, foi o mais duro critico do acordo de paz negociado com as Farc. Santos ainda tenta negociar um acordo com o ELN, antes de deixar o cargo.





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